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Black Friday 2026: o que os dados de 2025 ensinam sobre performance

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A Black Friday deixou de ser uma data concentrada em poucos dias de ofertas. Para as marcas que querem aproveitar o potencial do período, o desafio está cada vez mais em construir uma estratégia capaz de transformar atenção em intenção e intenção em conversão.

Os resultados da Black Friday 2025 ajudam a mostrar a dimensão dessa oportunidade. Entre 1º e 24 de novembro de 2025, o e-commerce brasileiro movimentou R$ 33,6 bilhões, um crescimento de 35,5% em relação ao mesmo período de 2024.

Ao mesmo tempo, houve um aumento de 28% no número de pedidos. Ou seja, o crescimento do mercado não aconteceu apenas pelo aumento do valor movimentado, mas também por uma maior quantidade de compras realizadas pelos consumidores.

Esses números mostram que existe demanda. Porém, em um período em que praticamente todas as marcas disputam a atenção do consumidor, estar presente não significa necessariamente converter.

Mais pedidos exigem mais estratégia

O crescimento dos pedidos reforça uma mudança importante no comportamento do mercado. Durante a Black Friday, o consumidor recebe uma grande quantidade de ofertas e precisa decidir rapidamente onde comprar.

Por isso, a estratégia precisa começar antes do momento da oferta.

No planejamento da DGMAX Interactive para a Black Friday 2026, cada etapa da jornada possui um objetivo específico: atração, captação, construção de intenção, conversão, recuperação e fidelização.

Essa construção permite que a marca chegue ao período de maior demanda com uma audiência já trabalhada, em vez de começar a disputar consumidores apenas quando a Black Friday já começou.

WhatsApp ganha espaço como canal de vendas

Outro dado importante da Black Friday 2025 está relacionado aos canais utilizados pelos lojistas.

O WhatsApp foi apontado por 51,7% dos lojistas como canal de vendas, contra 24% em 2024.

Esse avanço mostra como a jornada de compra está cada vez mais conectada a canais de comunicação direta. Para o marketing, isso significa que a estratégia não deve considerar apenas mídia e oferta, mas também a capacidade de criar relacionamento e conduzir o consumidor ao longo da jornada.

A lógica passa por uma combinação de dados, segmentação, criativo, canal, conversão e otimização.

Quanto mais informações a marca consegue reunir sobre sua audiência antes da Black Friday, maior é a capacidade de trabalhar diferentes mensagens para diferentes momentos de intenção.

Black Friday começa antes de novembro

Um dos principais pontos da estratégia da DGMAX para 2026 é justamente antecipar a operação.

Setembro é o momento de construir atenção e demanda. Outubro trabalha intenção. Novembro concentra a conversão. Depois da Black Friday, entram as estratégias de recuperação, recompra e fidelização.

Em setembro, a estratégia pode trabalhar a construção de audiência própria, listas VIP, clubes de Black Friday e acesso antecipado às ofertas. A proposta é aumentar a lembrança de marca e criar demanda antes que o mercado inteiro aumente a pressão sobre a mídia.

Em outubro, o objetivo passa a ser transformar essa atenção em intenção. Remarketing, SMS, CRM, mídia programática e campanhas de captação podem ajudar a ampliar a base de consumidores com maior potencial de compra.

Já em novembro, a estratégia entra em uma fase mais direta de conversão, utilizando recursos como CPS, cashback, cupons, parceiros de alta conversão, creators de performance e remarketing.

Dados para tomar decisões melhores

Em uma operação de alta demanda, investir mais mídia não significa automaticamente vender mais.

O desafio está em entender onde investir, para quem comunicar, qual mensagem utilizar e em qual momento impactar o consumidor.

Por isso, acompanhar os resultados em tempo real e utilizar os dados para redistribuir o investimento faz parte de uma estratégia de performance preparada para a Black Friday. A proposta da DGMAX inclui acompanhamento da campanha, mensuração dos resultados e suporte na distribuição do budget.

A combinação entre dados, mídia e proteção contra fraude também contribui para que o investimento seja acompanhado com foco na qualidade das conversões.

E a Black Friday não termina na sexta-feira

Outro ponto que merece atenção é o período posterior à Black Friday.

Cyber Monday e pós-Black Friday podem ser trabalhados com estratégias diferentes, mas complementares. Retargeting e CPS podem ajudar na recuperação de consumidores que pesquisaram, abandonaram a compra ou não converteram durante o período principal.

Depois disso, a marca ainda pode trabalhar cross sell, up sell, novas categorias, cashback, cupons e clubes de benefícios para aumentar o valor gerado pela base conquistada.

Assim, a Black Friday deixa de ser apenas uma data promocional e passa a fazer parte de uma estratégia de crescimento mais ampla.

Do dado à conversão

Os números de 2025 mostram um mercado em expansão, com R$ 33,6 bilhões movimentados e 28% mais pedidos. O crescimento do WhatsApp como canal de vendas também reforça a necessidade de entender como e onde o consumidor está tomando suas decisões.

Para 2026, o desafio está em transformar esses aprendizados em planejamento.

Dados → Segmentação → Criativo → Canal → Conversão → Otimização.

É essa combinação que permite construir uma operação preparada para diferentes momentos da jornada, desde a construção da audiência até a recuperação e fidelização após a compra.

A Black Friday não é uma campanha de um dia. É uma estratégia construída ao longo de meses.

Quer se planejar para a Black Friday? Fale com a DGMAX Interactive.